Do velho nunca mais

22 de Março de 2012 Alves de Araújo Poesias 387

Meu peito, conta-me algo para aliviar o cansaço que abrange e
chega assim tão sem tempo
Meu corpo sujo será lavado e batizado sobre as águas mais limpas
Minhas mãos, acolham todas as minhas lágrimas de agora e do passado
Quero todos os males cicatrizados, remorsos diante de uma garrafa vazia.
Bem que um longo faro se anuncia, sobre a descrença de algo inevitável
que caminha e suplica por meus braços de solidão
É uma mulher em chamas, seus olhos cheios de ternura criam
todos os meus passos, fazendo giros em tamanha proeza.
Eis que vem perto... Retirai-me os sentidos!
Levai-me águas! Embrulhar-me atritos!
Eis que um sorriso agora nasce com culpa
Distante, do velho nunca mais.

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