Alcançar o Amor

18 de Maio de 2017 Pr CJJacinto Poesias 246



Como nuvens que flutuam
No céu do coração infinito
Ai da minha dor e saudade
Do amor aceso, pedaços de tarde
Que fogem, como as ondas do mar

Feliz sem crer no afeto
Mãos vazias, as algemas das palavras vãs
Num certo dia de outono frio
Onde a doce melodia dos cântaros
Vasos vazios como coração sedento

Ai da minha alma de triste fome
Um vazio, buraco e brechas internas
Portos sem cais nessas turbulências iradas
Eu sou mesmo fel de amargura
Nessa intrépida cor do absinto

Mas longe vai meus braços
Como se a linha do horizonte dedilhada
Pudesse ressoar meus puros anseios
A falta de um amor mais grande
Tamanho do universo sem fim

De repente, um toque, um êxtase
Uma lembrança, uma lampada incandescente
Como mil sóis girando na revelação
Eu vejo o repouso suave nas mãos do coração
O amor chegou manso e agitou toda minha alma...

Clavio Juvenal Jacinto

Esse texto está protegido por direitos autorais.
Cópia, distribuição e execução são autorizadas desde que citados os créditos.

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