Procuro sempre usar
uma linguagem popular.
E só tento escrever
quando sinto algum prazer.

Tento fazer do poema,
uma antena...
Uma parabólica do povo,
para injetar um suingue novo
nesta Sociedade velha.

Tento um poema
que dê mais ritmo e balanço,
nas cadeiras da vida,
e deixe mais florida
as dores do avanço...

Infelizmente eu sou pequeno...
Sonho, mas não alcanço.

A.J. Cardiais
07.03.2010