Não gosto de prender o poema,
para soltá-lo depois de
podado, limpo e educado,
só para o agrado
da "intelectualidade".

O meu poema quer liberdade.
A liberdade de viver
como ele quiser.
A liberdade de ser
o que ele é.
Aceite-o quem quiser.

O meu poema quer ser livre,
como é livre a forma de pensar.
O meu poema quer é rimar:
liberdade, igualdade
e fraternidade.

A.J. Cardiais
14.10.2011