Nem a chuva nem o vento
Tiram o alento
A um boémio que não para de andar
de bar em bar
Todos os dias, 
ele reza com o copinho na mão, 
pra boémia nunca terminar, 
Em cada música , uma recordação
Com a guitarra a trinar
ele não pára de pensar
Nos amores vividos, nos amores perdidos
Hoje ele só e triste, 
finge que a tristeza não existe...