Bem sabe o coração
Que não manda na cabeça,
E o avisa a razão
Sem que este mereça...

A alma vira um rebuliço:
Amor contra razão; se ama e odeia,
Ama-se bonita, ama-se feia. Tudo atiço...

Ó coração, calma lá!
Deixa, agora, a razão falar!