O poeta se confunde
querendo o sim e o não
pensa que o coração pensa,
engano!
quem pensa é a mente
em forma de coração

O coração pensa que pensa
e doidivanas se ilude
entrega-se, confunde-se amiúde
cisma que a felicidade
é o amor que virou saudade!

Eu erro por ser estúpido
pensando com a emoção
não aprendi com os amores
tampouco com os dissabores...

oh lástima!
de cismar ficando à-toa!
lembrar das moças de então...

esquecer que o erro da mente
como a criança inocente
é pensar com o coração.

Leia também e divulgue: Os Grapiúnas, romance do Olympio Ramos, disponível na Amazon.com (leitura on line) e editora Creat Space (leitura impressa). obrigado a todos
Olympio Ramos.
Cabo Frio, 29/07/2013