O escuro em ré maior

05 de Agosto de 2013 Dan Palmério Poesias 305

Pela janela percebi seu anonimato.
Este infinito escuro e só, sereno palco de monumentos
Apenas canta em ré maior
E o que se escuta é o silêncio.

Sua rebelião está num gole de ozônio temperado.
Tudo o que importa é ser extenso.

A entropia da sua majestade sempre nega sua origem pequena e ao mesmo tempo magnífica. Percebi que a luz é caçada a foice. Mesmo que distante, ela se denuncia.

Bem vindo ao nunca disse, nem sei o que estou vendo agora.

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