Monotonia do cansaço

11 de Agosto de 2013 Nicole Elis Poesias 358

Do meu ar
Arrancado aos poucos
Despi-me.

Aos olhos de criança
Queimamos nossos corpos.
O sangue ferve.

O gosto azedo
Da vida que insiste em existir
Torna-nos pobres coitados.

Todos os olhares ao redor
Tornam-se nada
E tudo desaparece.

As nossas vidas são jogadas
Longe de onde podemos ver,
Nos perdemos

Os passos são arrastados,
Nossos ombros já não aguentam mais,
E tudo vira nada.


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