Quem sou eu? Fruto do não inconsciente
E logicamente do não subconsciente,
Ou obra do consequente consciente?
Não sei! talvez contrariamente as evidencias...
Eu...
Penso...
Existência...
Não sou inesquecível, esquecível possivelmente,
Mas ao vasculhar a minha mente
vejo que sou minuciosamente existente,
inimaginável evidente.
Eu normalmente quente sinto o frio
E o frio me sente,
Que consequentemente esfrio;
Mas igualmente contrário às inevidências do evidente,
Eu, uma antítese na evidência do inexistente,
ou um paradoxo na existência do inevidente?