Delire, insana, teus labirintos...

Déspota!

Já enlameada pelas calçadas

Dum chão que arde tuas entranhas...

Segue !

Marcas na carne vestem a alma de tiranias...

Dita!

Vai destilando veneno ácido nos teus amores...

Descarta!

Castra, pela raiz, e condiz a morte dos teus desejos...

Mata!

Cárcere eterno num ventre algoz...

Voraz!

Despe tuas figuras mórbidas, nuas...

Devora!

De asas arrebentadas divaga...

Morre!