Então entra, vem pra cá.
Tem espaço.
Onde dançam dois, dançam 100.
As emoções fluem quando devidamente exprimidas, experimentadas.
Não é tão ruim assim fazer a diferença.
Humildemente, estou no começo.
Sou uma folha em branco.
Uma criança tropeçando.
Curiosa.
Chorona.
Certa de quase nada, querendo conhecer tudo.
O mundo é grande demais, a ansiedade maior.
Cabe na palma da minha mão os versos das estrelas.
A minha está lá, olhando por mim.
As nuvens me dizem não, eu digo que sim!
Que esse sonho continua, por bem.
Batendo os pés, quero aprender esse passo.
Vem comigo.
Nunca seremos velhos demais para brincar.
Sonha e desenha suas asas.
Não deixe que o mundo leve embora a autenticidade.
Um em um milhão sempre compensa.
Seja o ponto colorido no preto-e-branco.
O grito revoltado dentre o conformismo.
O que quero ver porque a revolução começa por mim.
Levanto os cartazes contra o acomodamento.
Alegre ou não, nada é para sempre.
Nem eu.
Nem as palavras.
O amor então faz desse tempo eterno enquanto se sente...
E até além...
Da linha finita que nos prende ao hábito.
Deixe-me dançar.
Deixe-me cantar, por bem.
Hoje é um dia feliz.