Brincando com a Morte

24 de Outubro de 2013 Luca Bastos Poesias 229


Quero dizer não à morte.
Já não, passa mais tarde.
Adiar um pouco a sorte.
Para morrer sou covarde.

Se não vier de carreira,
encaro a coisa de frente.
Na malvada dou rasteira.
Para viver sou valente.

Mas se chegar sorrateira,
não adiantará a valentia.
Menos ainda choradeira.

Não me dará mais um dia.
Com a dita cuja na soleira,
acabará a minha alegria.


Leia também
Lembra? há 4 horas

Quando o tempo nós pertencia dia e noite não existiam? Quando ainda...
enidesantos Poesias 9


Principio há 4 horas

Toda a humanidade repelida da perfeição Privada da perspectiva da ...
enidesantos Poesias 8


Viandar há 4 horas

Viver e caminhar eu gosto de tudo que a vida me da Gosto de viver e ...
enidesantos Poesias 7


Fluxo do tempo. há 4 horas

Boca devoradora do tempo que tudo vai apagando varrendo da vida todo o en...
enidesantos Poesias 9


Sou há 4 horas

o que quero e onde quero Meu palco é a vida Dela faço brotar o pr...
enidesantos Poesias 8


Ame...! há 4 horas

Apenas ame Não se infecte de amor Infecte-se de vida Queira vida D...
enidesantos Poesias 6