DIAGNÓSTICO-

22 de Julho de 2011 Abreu Poesias 334

Áspero, esse trecho escuro
Íngreme, de intenso tráfico
Místico, em suores gélidos
Severo, com tumores tétricos

No labirinto, eu fico estático
Inextricável, me deixa elétrico
Na saída eu travo, ainda cético
O olhar é grave; o humor, metálico

No viver sinistro, ainda infausto
Medonho é o tempo, no cadafalso
E o sentimento, horrífico e cáustico

E a escrófula, repudiada, inexistente
Afasta o horror, num beijo cálido
A evadir-se, como chegou, furtivamente

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