Nada me convém

10 de Novembro de 2013 Marlon Costa Poesias 238

O que tanto procuro,

Busco encontrar?

Nada me convém, nada. 

Também não me detém.

Sigo faminto, sedento, até. 

Fico zapeando no querer,

Nas ideias e nos devaneios.

Hora uma coisa, hora outra.

Nada me convém, nada.

Também não me detém.

Procuro um porquê. 

Ó Deus serei digno de saber?  

Confesso... Prefiro a loucura, em certa medida,

Ante a lucidez cruel

De um mundo voraz.

Não em sua natureza criadora,

Onde percebemos a beleza das coisas.

Mas do egoísmo dos homens

E dos valores transmudados.

Não sei, mas tenho a impressão

Que talvez por isso...

Nada me convém, nada.

Também não me detém.

Marlon Costa

Parnamirim/RN, 18.12.2012

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