Ciganos sabem amar

24 de Julho de 2011 Diogo Carmona Poesias 489

O cigano se estendeu no banco
Da praça d’onde a moça estava
Pensou em lhe escrever um poema
Mas papel e caneta faltava,

Enquanto a moça afastava-se
Parado o cigano a olhar
Fantasiava a melhor maneira
De enfim um beijo roubar,

Porém uma ironia do destino
Pôs o cigano a chorar
Ao ver sua querida amada
Partir e não mais voltar.

Nunca mais amou
Como amou aquela moça,
Na praça de seus sonhos
Ficam apenas vagas lembranças.

Talvez se o medo do “não”,
Não o tivesse consumido,
Estarias com a tal moça
Que teu coração havia escolhido.

Mas já cansado de chorar
Por ter o seu amor perdido
Com ela irá se encontrar
Nos belos campos floridos.

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