Prisioneira da Minha Mente

17 de Novembro de 2013 Isabbel Such Poesias 289

Em meus lábios ainda sinto o gosto amargo
A pele quente, a febre, o delírio
O coração pulsa agitado
Engulo seco o gosto da derrota

É difícil respirar, o ar parece rarefeito
As mãos tremulas, suadas, inquietas
Os ruídos me enlouquecem, me ensurdecem 
A luz cega meus olhos, eles ardem

Ah! Se eu pudesse fugir desse tormento
Oh! Como eu queria me libertar
Céus, terra, inferno, tudo aqui neste lugar

Presa em meu próprio mundo
Criadora do meu calabouço
Carrasca e prisioneira, da minha mente

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