CONTRIÇÃO

25 de Julho de 2011 Abreu Poesias 337

Nunca é tarde para o amor

Todo amor que não te dei

Aquele, que mais buscou.

E no eterno jogo do perdão

Estarei sempre a almejar

A lembrar dessa paixão

Desse amor inesquecível

Que o destino truncado, traçou

E estupidamente, arrancou-me

Por entre todos os dedos das mãos

Sem ofertar-lhe nem mesmo escolha

Sem o legítimo direito da opção.

Sofro Lolly, fico louco, sinto ao saber

Que a necessidade está a obrigar

Você a viver em eterno desprazer!

Hoje somente o doce, ainda menina flor

Que não conhece da vida, a podridão

Você, que ainda nem desabrochou

E tampouco conhece a voz da razão

Estarei sempre a ti, buscar

Sempre! Sobre tudo, contra todos

Enquanto o meu carinho desejar

Pelo que tanto queremos

O todo que desconhecemos.

Em dobro, estarei a te ofertar

Não existirá uma só verdade

Se nos voltarmos para esta finalidade

Ninguém nunca nos impedirá

O meu pensar é grande, diferente

Maior ainda o meu valor

Por isso continuo a sonhar

Mesmo que se mostre indiferente

A sofrer no peito esse ardor

É o sentir que me faz acreditar

Nunca é tarde para o amor

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