Navalha Nacional

29 de Julho de 2011 Gisela Cardoso Poesias 435

Das trevas nasce o orgulho
Seu poder é o fanatismo desenfreado
É a foice que a morte carrega enquanto te cerca
Caso seja covarde da morte não diga palavras
Irás conhecer o sofrimento indolor

Ruas sangrentas na idade moderna
A guilhotina é batizada pelo sangue dos soldados reais
O machado perdeu seu lugar a ela
Enquanto se enferruja na chuva da morte
A rainha satisfaz dos prazeres
Seu lenço branco no meio da poça sangrenta
Cabelos grisalhos mostram sua melancolia.

A guilhotina quer beber o sangue do rei
Sedenta por sangue
A morte é indolor enquanto o sangue espirra
Revolução não é nada nesse mundo
A república nasce do Sangue
Salve a navalha nacional!

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