Sopra o vento na janela.
A paisagem encanta o viajante.
A estrada é longa.
Rasga o espaço com borracha e aço – O homem de carne e osso;Um vidente; na muralha sentinela.
Diz para si que seu destino é ela.
A menina da mocidade.
Uma lembrança doce do amargo de sua vida
.Um menino que cresceu espremido entre os prédios e o asfalto.
Olha para o alto!
No céu a lua se esconde entre nuvens cinza.
Poluição e poeira de mentes racionais.
Animais!Canibais.Armas letais.
Seus corações também amam.
Quem entende isso?Ela estava em pé no terminal.
Ele correu e beijou-lhe os pés.
Perdão!
Ela o levou consigo.
Não o vejo mais.
Sumiu no meio do povo.