Ela não lhe dava mais beijos ao amanhecer.
Ele estava assustado.
Será que não estou mais em seus sonhos?
Seu coração apressado corria sem direção.
O homem se rende quando a dor é no peito.
Todo homem busca a paz, sejamos inteligentes!
Os descontentes estão na fila da exceção.
Via de regra, o homem é um pássaro; sempre em busca do ninho.
Ele é bicho; ele é gente, e gente tem coração.
Ela não lhe o elogiava mais; de sua boca uma porção peçonhenta em três turnos emanava.
O vapor de enxofre lhe ardia o nariz;
Seus olhos não mais se encontravam.
Era uma sala vazia cheia de personagens congelados.
Mais um homem amaldiçoado!
Mais uma mulher só na estrada.
Ela não mais reclamava a data do aniversário;
Nem lhe exigia a mão;
Nem caminhava com ele na mesma trilha: “Nossas vidas estão distantes”.
Essa era a lógica, o dito, a teoria consagrada.
O homem vestiu preto até o próximo janeiro.
A moça se abraçou com o lenço de um homem viajante.
Ele chorou lágrimas tantas que o mar se agitou.
Ele e ela permaneceram em terra estéreo até ouvirem um canto de sabiá em algum lugar...