Acordar e tomar um café,
Levantar da mesa, ir a varanda olhar o céu,
Renovar meus votos de fé,
Diante de mim, as nuvens formam um véu
,Que irradia a alegria de estar ali, vivo a contemplar,
A grande festa que ele faz todos os dias,
Grande e imenso a raiar,
Rei da vida e das alegrias.
Esse é meu deus, essa é minha vida,
Respirar, caminhar e tocar tudo que vejo.
Boas pessoas sempre são bem vindas,
Não me importo em dividir meu queijo,
Mas tem que entender,Que sou vívido e aventureiro
,E parar os assuntos render,
Tudo que me disser tem que ser verdadeiro,
Bocejo nas conversas tediosas sem medo algum,
Não nego cara feia ao meu desagrado,
Vivo a espera do sono, para acordar no dejejum,
O mal humor me pega quando o queijo esta salgado,
Talvez devesse ser mais normal,
Segurar esses impulsos de loucura,
Mas eu normal, seria como um animal,
,Selvagem que anda pela savana a procura,
Não de presas, nem de alimentos,
Mas de uma toca que prenda,
Por vários motivos, esses instintos.
Ainda que não entenda,
São os normais, que me assustam,
Os que esquecem seus deuses pessoais,
Os que desistem para apreciar os que lutam,
Os que renegam seus instintos animais.