O Nascimento do Afeto

18 de Fevereiro de 2014 Pr CJJacinto Poesias 238

Nasceu o teu amor como limões ébrios


Em noite de luar fosco e mui índigo


Entre corais noturnos e odor de alcaçuz


Afrescos e canforas dissolvidas na saudade


Teus olhos eram como rubis reluzentes


Teus lábios como favos de ágata vermelha


Tua ausência, eram minhas noites de tortura


Ou ainda como serras que suportam vendavais


Que amparo ao coração é pensar em ti


Nuvem refrescante em bravo verão


Enumera todos os nossos perfeitos encontros


Vou me embora desse recinto de manhãs


Romper com a agulha que tece teu olhar


Cavar uma fonte em teu olhar, e outra vez viver





Clavio J Jacinto


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