Navios Errantes

06 de Março de 2014 Pr CJJacinto Poesias 253

Borbulham as águas e as bolhas
Flutuam naos ares e nuvens
A neve no penhasco a brilhar
Os botoes das flores e o frio
A rosa de Sarom e os sábios
Todos no mesmo instante, distantes
Dos olhos e das visões noturnas
Nascentes de naves que voam
Retorno dos arcaicos que voltam
As lampadas e os lenços da amargura
O mergulho do meigo olhar
Os mananciais do mel silvestre
A sombra da mognolia e a magma das rochas
As brasas e os balões coloridos
Todos no mesmo cesto da vida
Jogados no Nilo ou no Eufrates
Desembocando na foz das imaginações
Nau perdida
Ancorada nos portos do meu árido coração

Clavio J. Jacinto


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