Venha você

10 de Abril de 2014 Saulo Alves Falcão Poesias 188

Dessa vez não vou atrás de você, agora quero que você me encontre, pode ser na rua da sua casa ou da minha, pode ser numa rua qualquer, num labirinto sem saída. Me encontre como uma agulha no palheiro, como uma linha reta num mosaico qualquer, me ache dentro de uma forte neblina, me veja numa multidão de cem mil pessoas. Dessa vez ficarei estático, apenas esperando seu cheiro invadir as minhas narinas e o teu calor invadir e quebrar a barreira da minha impermeabilidade corporal. Sei que você vai me achar, é certo que não sou o mesmo de antes, amadureci um pouco, foi necessário, mas continuarei aqui estancado, aguardando a sua chegada.

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