Riquezas no vai e vem. Nunca a deriva.


Rotas matematicamente prevista. Previsão da provisão.


No seu caminho a mesma paisagem. Mar e montanhas
misteriosamente belas.


Ilhas cheias de tesouros desconhecidos. Praias convidando
para o deleite.


De noite as estrelas criando poesias. Golfinhos dando um
baile de mestres.


Ondas que balançam como as redes que embalam crianças.


Seu motor não muda o
ritmo. Acelera até contra o vento.

 Ela se aproxima do porto.


O frenesi é geral.
Motoristas em seus carros.

Orquestra do ronco de vários motores.


Ninguém quer ou pode parar. Amanhã a balsa pode afundar.


Tem que ser hoje. Riquezas que ficam.


Homens que passam.
Como as balsas.


No fundo do mar...