Havia um retrato. Meu retrato na carteira.

Ah! Eu olhei para ele milhares de vezes.

Sempre ilustrando e motivando meus passos.

Mais precioso que o dinheiro - era a eterna juventude.

Resistiu a chuvas, tempestades e o máximo sol. Brilhou, emudeceu e renasceu.

Mas nada é para sempre. Virou um pó amarelado.

 Ouro velho no lugar da esperança.

Assim como as minhas boas lembranças.

Não se perdeu totalmente

Era um cofre de muitos detalhes. Resíduos dele que ainda brilham...

Permanecem pulsando no meu coração.