Um olhar para o cotidiano

30 de Abril de 2014 Sir Melhado Poesias 178

Soa ao pé do ouvido

Espinhos de rosa

Porque não lá?, não cá? não colá?

Me convém oras...

.

De que importa todo esse tumulto.

Sempre Circulam e circulam 

Como um predador 

Esperando o descuidado, a brecha

Sem perder energias em combater

Com arpões de palavras a punho.

.

Tais laços inquietos

De gosto amargo

Estremecem apenas na superfície

Afim de atordoar e tumultuar

Se deteriora passo á passo.

.

Só espero... Inquieto Claro

Ao futuro, ás respostas

Venham terras férteis!! Venham!!

Preparo minhas sementes e meu chapéu

Promissora ou não, essa é a minha hora.

.

Sir Melhado

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