Pela janela...(Tarde de Maio)

10 de Agosto de 2011 Wellington Calcagno Poesias 329

As gotas de luz da tarde branca
Transpassam com grandeza
Seu pejo hirto, o vidro frio e mudo
Diáfano cristal de ilusão,
Silente ser limitador de olhares,
Pungente fronteira a separar
A lívida fagulha do abstrato
E o fogo fátuo da verdade.
Por entre a obscuridade do umbral
Do sepulcro de horas infindas
Perece a acridez das sombras
Em meio às paredes rijas.



Rio de Janeiro, 26 de maio de 2011.

Esse texto está protegido por direitos autorais.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem permissão do autor.

Leia também
A Humildade nos Cai Bem há 3 horas

Se o domínio total é do Senhor, porque o poder pertence a ele, isto dever...
kuryos Artigos 7


Fuga da Inspiração há 4 horas

Preciso terminar um poema que comecei numa empolgação danada... Dep...
a_j_cardiais Poesias 39


Um Dilema há 5 horas

Estou aqui reclamando da minha "vidinha", enquanto tem alguém por aí que...
a_j_cardiais Poesias 37


Hebreus 3 - Versículos 7 a 11 – P 6 há 8 horas

John Owen (1616-1683) Traduzido, Adaptado e Editado por Silvio Dutra ...
kuryos Artigos 12


Hebreus 3 - Versículos 7 a 11 – P 5 há 8 horas

John Owen (1616-1683) Traduzido, Adaptado e Editado por Silvio Dutra ...
kuryos Artigos 9


Hebreus 3 - Versículos 7 a 11 – P 4 há 8 horas

John Owen (1616-1683) Traduzido, Adaptado e Editado por Silvio Dutra ...
kuryos Artigos 10