Desencanto

27 de Maio de 2014 Olympio Ramos Poesias 256

Ai como canto...

os meus desencantos

eu deixo no canto da mente esquecidos

não quero passado!

não quero no quadro 

a fronte o olhar... ou mesmo o sorriso 

de um amor perdido!

ah! como vai...

ligeira, fagueira,

minha mocidade de antes

trigueira

agora só ritos de anos aflitos...

ao pé da janela...
o tempo a correr...


nem doces lembranças, nem minha esperança

somente a certeza,

somente a tristeza 

e a triste leveza 

de um dia morrer!

Olympio Ramos


Cabo Frio, 27/05/2014

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