Lá naquele quarto de hospital,na agonia de uma doença terminal,alguém dizia que era tarde demais,porque ela nada mais entendia.Aproximei-me a passos lentos,comovido e de modo reverente,pois sabia que tinha à minha frente,o próprio Jesus indo à doente.Convicto de que o Espírito pode falaraté mesmo quando alguém estáem coma profundo, reclinei-meà altura do seu ouvido e lhe disseque havia cura para o seu espíritopela simples fé em Jesus Cristo.Que Ele estava ali para recebê-laem Seus braços para a vida eterna.Pedi que levantasse a mão direita,onde já não havia força naturalque pudesse- erguê-la, como sinal,de que se entregava a Jesuspara ser Seu eterno Senhor e Salvador.Com um suave sorriso em sua face,voltou seus olhos na direção dos meuse com prontidão de ânimo levantounão apenas a mão como também o braço.Seu corpo frágil expirou, mas seu espíritofoi curado, renovado... regenerado.Foi levado pelas mãos de Cristopara a sua mansão na glória,onde estará curado para sempresem o risco de voltar a ser enfermado.