Molhados

12 de Agosto de 2011 Vicente Baka Poesias 422

Encoste o dedo em mim e vai saber quanto fervo
Encoste a boca na minha com destreza e desejo
Molhado abafado de lado
Não existe amor sem nos ter pilado
Encoste o olhar aqui e é fixar
Feche os olhos apenas depois
Deixe o suor por nós dois
Molhado abafado ao meu lado.

Deite-se
Regozije dos dedos em ti
Escrevo à pena em teu corpo nu
Poesias secretas em tuas costas
Poesias discretas de tua boca na minha
Suave como a pena
Minha poesia é você.

Encoste tua voz em meus ouvidos
Encoste o olhar no meu
Não existe amor sem nos ter atado
Durma apenas depois
Molhada amada ao meu lado.

Vicente Motta Prates.

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