Paisagens

12 de Agosto de 2011 William Adriano Poesias 352

Paisagens
(de William Adriano)


Pela janela dos meus poros
Uma chuva fina, uma brisa convidativa

Pela porta dos meus olhos
Que se abrindo para alguém
E entrando de corpo e alma
Consciente da existência da afeição projetada
Tornasse então perceptível
A imagem de uma linda paisagem
Um recanto aos outrora sonhadores
Que agora calados pelo medo dos sonhos
Pararam de escrever o que sentiam

A velocidade da escrita
Altera o sentido da constância
Força a propulsão criativa
E desata os nós das mentes caladas

A paisagem muda com o sol
A luminosidade bate do outro lado da sala

Os apontamentos dançam sobre a pauta
E ainda não alcançaram a velocidade da luz

Da luz dos olhos teus


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