A esperança e o medo se abraçam,
Poeira e ar se entrelaçam.
O crepúsculo tudo vê!
Dos animais,as feridas escorrem sangue.

Alimentar-se-ão do pouco que os restam.
Máquinas e homens tornam-se um,
Os cegando, rivalizando-os.
O que está por detrás é um colosso!

Alimentando-se de lucros e vomitando juros!
O café que amarga as emoções.
A natureza é privada de seus seres,
Deixando marcas,rastros pelo chão.

Sob diálogos persuasivos,
Tentam lutar,mais o monstro é bem maior!
Armas de fogo são supérfluas sem um pacto!

A fé agoniza,o inimigo é bem maior.
É tão grande que vos cega o coração,
A esperança e o medo se desabraçam.