O menino de olhos-esmeralda velava seu paraíso

para si, bem ali. 

Sonhava, entressonhava, imaginava e guardava 

aquele mesmo segredo, aquele mesmo sonho, por décadas,

que em frias e severas noites persistia, resistia 

e permanecia na esperança de que um dia há de haver flores

em bocas de canhões.