tudo passa...

a verve

o sangue

o lavor

de nada vale o 

sorriso arbitrário em despedida

e entre o corpos o 

silêncio platônico

pela fresta da porta

o trevo 

a trava

o entrave no olhar

pelos ares os tapetes

quadros

gestos

sensações bocejante em

busca do mecanismo

a direção

a existência nua

e tudo tão de repente