Emmas Glück

07 de Setembro de 2011 Romano Ruiz Prosa Poética 593

19:50

Há uma inclusão de certa maneira... E certos públicos começam a crescer com os personagens da televisão... Pensei em escrever após um sonho. Não á toa, você estava nele. Tento me concentrar para descrevê-lo, mas com esta voz não consigo. Está na minha frente, saindo de um corpo mole e descrente, de um dever que não é qualquer, é necessário. Percebo (você sabe que perceber é uma virtude minha) aquela voz que mal se dá o direito de ter um timbre, pobre, morre, e se entedia nas ultimas palavras. Desafina após um clímax e muda para um tom mais sincero. Não quero saber, hoje, de espectadores ou audiência, e mesmo assim não consigo escrever, crer que tudo se estraga é difícil de acreditar. Duas portas- uma trancada e outra aberta. Meu desejo controverso a ação. Você estava lá, fechada no meu inconsciente, sorrindo e se entregando. Tanto eu como a voz preferia, sei que o preferir é correto, não estar em lugar algum a não ser em você. Covardia! - há uma palavra que não ouso proferir que vale mil imagens.

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