Le Samourai

19 de Dezembro de 2011 Romano Ruiz Prosa Poética 579

Vou começar dizendo que sempre escolhi errado. Manuela, desliga este som! Nem com um Passarim nos ouvidos consigo dar voz as palavras. Quem me dera ser o samurai que sempre quis ser - solitário, um samurai ocidental, misto de Ghost Dog com o frânces de Melville. Ou senão ser apenas sincero e fazer uma mudança no espaço que deixei para o outro. Dentro de mim a pessoa errada, que acabou revelando ser um intruso. Manuela, venha cá! Fui enganado pelo seu sorriso, o reflexo de Erica estava em seus dentes que brilhavam e por isto errei de boca. Deixo passar esta hipnose inadvertida e um tanto estranha em troca de um simples gesto: tirar esta paixão pendurada feito um colar entre seus seios. Ela em meu colo, ligeira, esquenta minha excitação e com suas mãos alisa meu cabelo pergunta o que foi o que está acontecendo. Meus instintos minha cara, sequestro, vitima e ninguém para me salvar. Até então nenhuma confissão apenas o persistente erro e promessa de um relacionamento sério com Manuela.

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