Los colores de la montaña

08 de Fevereiro de 2012 Romano Ruiz Prosa Poética 544

O prelúdio em dó menor empolgava os dedos, que habilidosos, voavam caçando letras semi apagadas de um teclado velho. Duas semanas de calor intenso e de uma indagação: Deus seria o acaso? Egoísta definir de tal maneira o absoluto. O café lhe adoçava a boca e desnorteava a sensibilidade. Lembrou que na multidão seus olhos umedeceram - afundava em si quando tudo lhe parecia estranho. Fios brancos rasgavam o horizonte de prédios que estava ao seu lado esquerdo visto de uma sacada semi-abandonada. Um clarão e ruído estrondoso - eis o principio de nossa angustia.

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