Vontade, sim! Vontade! Do que e por quê? - Não Importa!
Vontade de seguir, Vontade de ser... Então - Grande!
Lucidez, sim! - No meio do todo.
Nos devaneios e incertezas de uma mente sã.
Sons e tons, Todos vindos de vários lugares, de muitos mundos – Inimagináveis, que talvez só existam - Em mim!
Eis que sou aquele - Que beira ao precipício, Que toca as curvas e membranas do tempo - Sem medo!
Aquele que num barco de sonhos, Navega neste insólito oceano.
Até onde? - Não se sabe!
Talvez até aos confins da terra, Ou então... Até aos confins de mim mesmo.
E eis que vou - Como quem faz uma viagem.
Minha mente tem sede - vontade, quase que perco minha lucidez - Loucura.
Em meio aos devaneios e sons, dos vários mundos que eu - Apenas - Imagino!