(HOMEM-DE-RUA) reles anhangá

09 de Abril de 2012 tovaga Prosa Poética 646

Autor: Masilan Tovaga Hâesvao

Sou um reles anhangá,
Tafulo de recôndito,
De brocardo atilado,
Cheio de leniência.

Com a comborça,
Da minha acu,
Que me deu gáudio,
E muitos rebenditos,
Em todos os estamentos.

Na jaça, somos eqüipolentes,
Na víspere, somos conspícuos.

Temos uma vergôntea lene,
de Olhos anilados,
Cabelos lúria,
Tem elucubração fim-de-século,
Nós e a nossa vergôntea, temos
Planturosamente, um lídimo latria
entre nós.

emai: Antonio da Silva Magalhães
26/08/2002

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