A linha e o Ouro.

07 de Maio de 2017 B. Karvalho Prosa Poética 242

Venha, Vamos!!
Deixaremos o recado e quem quiser seguir.
Escreveremos com a poeira das estrelas
Não podemos ficar nossos corpos queimarão e as memórias serão desfeitas

Seremos os esquecidos na memória de outro alguém.
Curvamos o leviatã Não à volta, os desafiamos, vestimos a grinalda, bebemos da fonte do conhecimento, Eis prenuncio do previsto. assim somos e seremos a união do começo do fim. A lamina e o arco os eternos cantarão as nossas canções.

A prata fere o ouro cura e temos o nosso valor porem separados somos o muito de nada o nada de pouco e nenhum do resto. Aqui, agora, bem a tua frente o caminho dos eternos. Meu pai, teu menino, nosso louvor. As correntes aqui se partem, a vontade sangra e a vida renasce. Devemos ir e lutar, cortar a cabeça da serpente e ser lembrados em teu bordado em meu brasão. Onde houver

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