Ella IV

13 de Novembro de 2017 B. Karvalho Prosa Poética 234


Hoje celebramos a ausência em uma fúnebre marcha.
As pessoas caminham com suas cabeças abaixadas esperando o inusitado algo que mude seu futuro e seu passado.

Escuto a minha voz ecoar e nada volta de lá.
Ela se perdeu na magoa e hoje vive um novo mundo.
Aqui tudo e mais áspero e vendido por um preço vulgar.
Você paga o preço e aquela vida e colocada na estante
em instantes você e algo para decorar.

De cor ela conhece o meu som. Sou musica; sou refrão mesmo com as mesmas palavras ela volta pra ouvir. Perceber, sentir, Sempre...


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