O Fazendeiro do Ar

28 de Novembro de 2012 Romano Ruiz Prosa Poética 647

Na tampa da caneta percebo dois corações. Um acima do outro, idênticos, de certo copiados por alguma máquina repetitiva e insensível, esses dois corações estão por ai, um mais quieto que o outro, aos milhares, sem serem percebidos. Eu os percebo e acredito perceber o que não é percebido. E mais: eis um aviso, quem sabe princípio, da poesia.

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