O Cego Desejo Infinito

01 de Julho de 2013 Hermes & Toth Prosa Poética 507

Nada, não resta nada! É simplesmente fim - Precoce.
Todos os conflitos distantes - Simples ação.
O que dizer das portas? O que dizer dos conflitos?
Soltos ao vento ao sabor do momento, e Talvez frios por dentro.
Apenas saudade resta! Das portas que se fecham. Presos num vazio de instantes.
Divididos entre "O agora" e o "Pra sempre".
Incertos em meio ao medo, Infeliz - Sorte - Talvez.
Atravessá-la - Se sim ou se não... E no "Pra sempre" - A saudade, no "Agora" - O silêncio.
Entre - Portal e Porta - A Vaidade.
Ardiloso no cego - Desejo infinito, o secreto reflexo de si.
Uma vírgula de Mentira - Própria de Qualquer um. Próprio de um ponto de Verdade - Ponto.
Conta - Gotas de Sinceridade.
Cegos - No escuro! Não há razão - Há somente a questão.
É apenas o instinto - Cego - Cegos apalpando as possibilidades!
Usando como degrau a vontade. No ardiloso - Cego - Desejo - Do ser!

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