O rei de sílabas verdes

29 de Janeiro de 2012 Dan Palmério Prosa Poética 8

A cadeira do rei é um lugar de imprevistos. Sente-se e converse com seu cetro de papelão, alteza. A rotina está chata? Chame o bobo, majestade!

Desculpe minha vida sem rodeios e sempre discreta, meu senhor! Alegria bate na porta mas nunca ousou entrar. Ela deve passar amanhã. Talvez eu espere.

Quarenta soldados de pluma! Que tanto faz serem trinta ou trezentos. Eu preciso é de coragem, meu rei. Eu preciso é de decisão. Você gosta de um bom vinho? Mas lembre-se que há quem as pise no chão.

Imperial! Imperial! Já sabe que vai ficar noivo. Eu disse que teria festa. Teve até arroz miado, Jeremias!

Cutuque ele!!


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