Palavras que Ferem (Revoltas e Fatos)

31 de Julho de 2011 Fred de Oliveira Prosa Poética 773

Vejo citações, outrora de outros.
Por vezes, incapazes de exprimir o máximo de si
e de suas entranhas o extrato das cópias abriga.

Desacato o padrão, esqueço a métrica fria.
Saio de um medíocre e desolado canto de sala
e me lanço aos céus ilimitados dos sonhos

Por vezes o sono é o melhor convite,
eventualmente a dor é o melhor cabresto.
Exortante canção que mina as lamentações.

Caiam por baixo a religiosidade vã, a que cega,
deixo para trás as coisas medíocres que alimentava,
prossigo rumo a horizontes largos de vôos amplos.

Quando necessário for, ofertarei a essência do sacrifício,
para que em mim morram as vaidades que levam a morte.
E se ainda não for o bastante, saberei o que fazer

Porque não sou chamado apenas de filho,
Mas elencado como a geração escolhida,
o chamado povo do Deus Altíssimo.

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