Vigilante em Vão

02 de Agosto de 2011 Hermes & Toth Prosa Poética 713

Suspiros enigmáticos, Medos e tempestades, Multidões e pensamentos
Sentimentos todos ávidos, Sem nenhuma explicação.
Cada dia um abismo a frente, E na mente só o que se sente, A incerteza somente.
Viagens sem fim, Momentos sem lucidez, Na Loucura e no momento, Perdido na memória e no vento, Perdido no mundo e no tempo, Perdido em mim!
Palavras sem fim, Histórias sem começo, Uma a uma a testificar, Sem nada significar Ou terminar
Sem motivo nem razão, Transcendentes além da emoção.
É meu mundo e visão, Meu universo sem noção.
O que faço então? Se nem emoção ou razão Satisfazem a questão?
Nas lacunas nem mais palavras Nem versão.
No Meio da Multidão, De mim faço um vigilante em vão Na aurora e na escuridão, Na espera de outra estação!

Esse texto está protegido por direitos autorais.
Cópia, distribuição e execução são autorizadas desde que citados os créditos.

Leia também
CICATRIZES há 3 horas

CICATRIZES Não se vive essa vida impunemente... Todo mundo, mais dia m...
ricardoc Sonetos 4


" Amar é" há 14 horas

Amar e como voar, no mais azul dos céus. É sentir a sensaçao de estar n...
joaodasneves Poesias 9


PAU DE FITAS há 18 horas

PAU DE FITAS Dançam as raparigas cá em roda D'um mastro d'onde fitas ...
ricardoc Sonetos 8


Falta de Amor ao Próximo há 23 horas

A razão de viver é amar... Mas a maioria das pessoas vive o amor ao din...
a_j_cardiais Poesias 42


Amor a Deus x Amor ao Mundo há 23 horas

Nos dias do autor não havia automóveis como os luxuosos que existem em no...
kuryos Artigos 8


A Origem e a Razão de Ser de Tudo há 1 dia

Deus não criou todas as coisas para depois intentar formar uma Igreja. Ao...
kuryos Artigos 16