olhe nos meus olhos. Ainda há vida. Sinta minha dor. Arranque essa duvida. Tenho a vergonha e a dissidência de me redimir. Passo pelo arco e encontro o velho lobo. Ele renega a minha entrada. E me leva ao escuro hades. Navego pelas duvidas ainda sinto as dores dos cortes. Na face a marcas do passado. Hoje entrego-me a dor, por que ainda tenho um coração. Mesmo com as espada em punho não há ímpeto sanguinário. A luz cinza se tona negra, áspera, sinta o odor fétido das escolhas erradas. Eu caminho pelo solo sagrado a procuro do meu novo lar. Não a uma parte que possa ser minha. Então me mantenho só. Sim já havia anunciado. Sabia que esse momento chegaria essa foi a “dissonância” mencionada. Toda vez que penso será, Poderia? A certeza me vem como uma flecha cravando-se no meu corpo cansado. Incinere-me amor. Jogue-me ao vento do norte para que nunca mais eu possa voltar