O problema começou ao primeiro olhar.
Interpretei cada linha de seu corpo angular.
Refleti! Primeiro devo cada parte somar.
E optei por a raiz quadrada extrair.

Cheguei ao número impar.
Pensei! Ela não é da terra nem do mar.
Abstrai-me do concreto e lancei-me ao ar.
O resultado agora dependia de fatorar.

Na equação a pergunta; onde quero chegar.
Subtrai o que você poderia não gostar.
Multipliquei todos positivos para os negativos apagar.

Você sorriu como o luar.
Nem pensamos em dividir, só em divagar.
Entrelaçamos nossos sonhos para juntos navegar.

Se soubesse que seria tão fácil solucionar.
Teria desde o inicio, dispensado a máquina de calcular.
E desde o primeiro instante só pensaria em: beijar, beijar...